A Vertigem das Sensações em “É o silêncio...”, de Pedro Kilkerry

Carlos Eduardo Siqueira Ferreira de Souza, Annita Costa Malufe

Resumo


O artigo propõe uma leitura do poema “É o silêncio...”, de Pedro Kilkerry, com o objetivo de enfocar a questão do processo de criação poética aí presente, não somente enquanto tema, mas sobretudo enquanto a própria dinâmica encarnada na escrita. Para tanto, parte-se do conceito de bloco de sensação (afectos e perceptos), proposto por Gilles Deleuze e Félix Guattari, em relação com os conceitos de território e desterritorialização, dos mesmos filósofos, no intuito de compreender o movimento de criação que se materializa no poema. A partir de uma releitura de Kilkerry, busca-se testar a hipótese de que a singularidade de sua poesia resulta não só do tratamento original que confere à linguagem, mas também de sua engenhosidade para reconfigurar esteticamente, à luz do fenômeno da alteridade, o problema da subjetividade.

Palavras-chave


Poesia; Pedro Kilkerry; Território; Sujeito; Sensação

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DOI: https://doi.org/10.18309/anp.v1i50.1317

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