Por um espaço (privilegiado) dos Estudos da Tradução na formação do licenciado em Letras

Silvana Ayub Polchlopek, Flavia Azevedo

Resumo


Historicamente ancorada nos resquícios do método gramática-tradução, a atividade tradutória sempre foi vista como um desvio no caminho para a fluência na língua em estudo. Porém, a tradução nunca foi, nem deve ser entendida como metodologia de ensino, mas sim como ferramenta no processo de conhecimento e uso da língua. Nesse sentido, discutir a tradução nos cursos de licenciatura em Letras, que abordam processos de leitura e escrita como parte do processo de aquisição de línguas, torna-se essencial não só para atualização da matriz curricular do próprio curso, como também para a formação continuada dos licenciandos-professores. Isso se justifica pelo fato de que muitos alunos, por serem da área de Letras e estudarem a língua materna e/ou uma língua estrangeira, são chamados a traduzir sem conhecimento sobre metodologias, teorias, história e outras especificidades que constituem a tradução como prática profissional. O objetivo desta investigação é fazer um levantamento do olhar do licenciando sobre a tradução no curso de Letras e como este se transforma a partir do contato com teorias da tradução. Esperamos que essas reflexões instiguem um novo olhar de professores e licenciandos sobre a tradução e suas práticas.



Palavras-chave


Estudos da tradução; Licenciatura; Ensino de línguas; leitura e escrita

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DOI: https://doi.org/10.18309/anp.v1i44.1155

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