A CRÔNICA E O VIVER NA E PELA LINGUAGEM: NARRATIVAS ESCOLARES SOB UM OLHAR ENUNCIATIVO

Autores

  • Cármen Lúcia Hernandes Agustini Universidade Federal de Uberlândia
  • Selma Zago da Silva Borges Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás

DOI:

https://doi.org/10.18309/anp.v1i37.774

Palavras-chave:

Enunciação, (Inter)Subjetividade, Ensino, Escrita, Criação

Resumo

Este artigo parte da posição benvenistiana de que a língua serve para viver e da teorização dela decorrente. Buscamos compreender as noções de enunciação e de (inter)subjetividade, por meio da análise de narrativas escolares, pertencentes ao gênero crônica. As análises aqui empreendidas permitem apontar que o gênero é ao mesmo tempo um modelo e uma transgressão resultante do manejo da língua, que, em um ato de escrita, significa produzir algo singular e próprio do sujeito.

 

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Biografia do Autor

Cármen Lúcia Hernandes Agustini, Universidade Federal de Uberlândia

Possui Graduação Licenciatura em Letras pela Universidade Estadual Paulista; Mestrado em Lingüística pela Universidade Estadual de Campinas; e Doutorado em Lingüística pela Universidade Estadual de Campinas. Atualmente é professora associada I na Universidade Federal de Uberlândia.

Selma Zago da Silva Borges, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás

Possui Graduação em Letras pela Universidade Estadual de Goiás; Graduação em Pedagogia pela Universidade Luterana do Brasil - Unidade de Itumbiara; e Mestrado em estudos linguísticos pela Universidade Federal de Uberlândia. Atualmente, é aluna regular do curso de doutorado da Universidade Federal de Uberlândia, professora de Língua Portuguesa do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás - Câmpus Itumbiara.

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Publicado

2014-12-19

Como Citar

Agustini, C. L. H., & Borges, S. Z. da S. (2014). A CRÔNICA E O VIVER NA E PELA LINGUAGEM: NARRATIVAS ESCOLARES SOB UM OLHAR ENUNCIATIVO. Revista Da Anpoll, 1(37), 94–119. https://doi.org/10.18309/anp.v1i37.774