A CRÔNICA E O VIVER NA E PELA LINGUAGEM: NARRATIVAS ESCOLARES SOB UM OLHAR ENUNCIATIVO

Cármen Lúcia Hernandes Agustini, Selma Zago da Silva Borges

Resumo


Este artigo parte da posição benvenistiana de que a língua serve para viver e da teorização dela decorrente. Buscamos compreender as noções de enunciação e de (inter)subjetividade, por meio da análise de narrativas escolares, pertencentes ao gênero crônica. As análises aqui empreendidas permitem apontar que o gênero é ao mesmo tempo um modelo e uma transgressão resultante do manejo da língua, que, em um ato de escrita, significa produzir algo singular e próprio do sujeito.

 


Palavras-chave


Enunciação; (Inter)Subjetividade; Ensino; Escrita; Criação

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DOI: https://doi.org/10.18309/anp.v1i37.774

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