FACES DE CACAMBO: ALEGORIA E MITO CIVILIZATÓRIO

Jorge Henrique da Silva Romero

Resumo


A presença de Cacambo, tanto no Candide de Voltaire quanto no Uraguai de Basílio da Gama, é reveladora quando pensamos nas relações entre civilização e barbárie, identidade e alteridade, irrompendo de suas ações uma marcante estrutura alegórica. Este ensaio procura refletir sobre a presença desse personagem, os mitos civilizatórios e alegorias presentes tanto no texto de Voltaire, como também no poema de Basílio da Gama.

 

 

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Palavras-chave


Civilização; Barbárie; Mitos civilizatórios

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DOI: https://doi.org/10.18309/anp.v1i41.991

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